Ah! Como é legal a casa dos meus avós,
Lá eu posso tudo,
Lá eu faço tudo,
Lá eu sujo tudo,
E na hora de … brigar.
Ao invés de apanhar,
Lá eu levo um beijo.
Meus avós abriram caminhos para eu passar.
Hoje, eles tem os braços cansados, mas me dão um longo abraço.
Hoje, eles merecem respeito, carinho e atenção.
Eu quero que se renovem a cada dia.
Que Sejam idosos, sim. Mas não velhos.
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Por que os idosos caem mais ?
Todos nós estamos acostumados a ouvir notícias de que o avô da amiga caiu e quebrou o fêmur. Ou já tivemos algum dos idosos de nossa família vítima de uma queda.
Quem já acompanhou uma ocorrência deste tipo presenciou o quanto é grave o problema criado e, principalmente, as consequências para o idoso. Não raramente levam a cirurgias e hospitalização.
A partir daí, inicia-se um novo problema decorrente do período de imobilização para recuperar uma fratura, por exemplo. Frequentemente, outros órgãos são afetados em função do repouso prolongado.
Mas por quais razões os idosos caem mais ? Porque a musculatura das pernas enfraquece. Porque o equilíbrio já não é o mesmo.
Por estes motivos, o idoso, então, sente-se inseguro e com medo de cair. Não quer andar sozinho. Inicia-se uma fase de dependência maior. Aumentam os problemas, as preocupações e o desgaste da família.
Para evitar estas situações e para manter a qualidade de vida, o idoso precisa exercitar-se regularmente com o objetivo de adquirir força muscular e equilíbrio. Desta maneira estará minimizando os riscos de quedas, aumentando sua segurança, mantendo a sua independência e adquirindo mais auto-confiança.
O idoso precisa sentir-se confiante de que pode fazer tudo o que sempre fez na vida.
Coerente com meu objetivo de proporcionar qualidade de vida e carinho para os idosos, incluí um programa de fisioterapia preventiva para os idosos hospedados da Casa de Repouso Viva Bem.
Este programa minimiza as complicações normais da idade. Reduz os riscos de queda porque fortalece a musculatura e melhora o equilíbrio. Previne problemas respiratórios e minimiza as possibilidades de uma pneumonia. A fisioterapia também retarda o avanço do mal de Alzheimer.
Adicionando-se a fisioterapia uma boa alimentação, avaliação médica semanal, um ambiente acolhedor, atividades de lazer e áreas de convivência a alegria, felicidade e qualidade de vida estão presentes no dia-a-dia dos nossos idosos.
E, ao final de uma sessão de fisioterapia eles já querem saber quando será a próxima.
(*) Juliana Teixeira da Silva é
Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
www.casaderepousovivabem.com.br
Quem já acompanhou uma ocorrência deste tipo presenciou o quanto é grave o problema criado e, principalmente, as consequências para o idoso. Não raramente levam a cirurgias e hospitalização.
A partir daí, inicia-se um novo problema decorrente do período de imobilização para recuperar uma fratura, por exemplo. Frequentemente, outros órgãos são afetados em função do repouso prolongado.
Mas por quais razões os idosos caem mais ? Porque a musculatura das pernas enfraquece. Porque o equilíbrio já não é o mesmo.
Por estes motivos, o idoso, então, sente-se inseguro e com medo de cair. Não quer andar sozinho. Inicia-se uma fase de dependência maior. Aumentam os problemas, as preocupações e o desgaste da família.
Para evitar estas situações e para manter a qualidade de vida, o idoso precisa exercitar-se regularmente com o objetivo de adquirir força muscular e equilíbrio. Desta maneira estará minimizando os riscos de quedas, aumentando sua segurança, mantendo a sua independência e adquirindo mais auto-confiança.
O idoso precisa sentir-se confiante de que pode fazer tudo o que sempre fez na vida.
Coerente com meu objetivo de proporcionar qualidade de vida e carinho para os idosos, incluí um programa de fisioterapia preventiva para os idosos hospedados da Casa de Repouso Viva Bem.
Este programa minimiza as complicações normais da idade. Reduz os riscos de queda porque fortalece a musculatura e melhora o equilíbrio. Previne problemas respiratórios e minimiza as possibilidades de uma pneumonia. A fisioterapia também retarda o avanço do mal de Alzheimer.
Adicionando-se a fisioterapia uma boa alimentação, avaliação médica semanal, um ambiente acolhedor, atividades de lazer e áreas de convivência a alegria, felicidade e qualidade de vida estão presentes no dia-a-dia dos nossos idosos.
E, ao final de uma sessão de fisioterapia eles já querem saber quando será a próxima.
(*) Juliana Teixeira da Silva é
Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
www.casaderepousovivabem.com.br
Marcadores:
alzheimer,
avc,
casa de repouso,
idosos,
parkinson
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Levar a Vovó para uma Casa de Repouso ?
Minha avó Rosa, aos 89 anos, era uma pessoa dinâmica, auto suficiente e com excelente saúde. Morava sozinha, ia a supermercado, visitava as amigas e gabava-se de sua independência e forma física.
De repente, recebo um telefonema do resgate avisando que ela tinha sofrido uma queda na rua. Susto enorme. Corremos, acompanhamos o caso ( nada grave, felizmente) e minha avó foi para minha casa.
No dia seguinte, sozinha em casa, ela resolveu fazer um café. Ligou o gás, pegou o jornal foi ler na sala. Detalhe: ela não acendeu o fogão e o gás ficou exalando sem que ela percebesse. Até que minha mãe chegou.
Desnecessário relatar que este foi apenas o primeiro problema, de alto risco, produzido por minha avó. Outros se seguiram. Ela levantou à noite, sozinha, tropeçou no tapete da sala e caiu. Diariamente, nossa preocupação aumentava..Não estávamos preparados para isso. Não tínhamos um quarto a mais para ela. Precisaríamos contratar uma enfermeira. Ou melhor, três, para cobrirem 3 turnos de 8 horas cada. Mais a folguista para os finais de semana.
Ela passou a apresentar problemas de memória, irritabilidade ( nós também porque não estávamos preparados para cuidarmos de uma idosa que começava a ficar dependente), solidão, tristeza e às vezes agressividade. Meus pais e meu irmão trabalhavam o dia inteiro e eu fazia Faculdade. A diarista retirava-se às 17 horas.Então nos conscientizamos das peculiaridades, das carências e das limitações que minha avó estava enfrentando naquela nova fase de vida. E a nossa incompetência para atendermos a essa demanda.
Após várias alternativas de soluções para o problema chegamos à conclusão de que o melhor seria uma Casa de Repouso. Decisão difícil, muito difícil. A razão e a emoção se alternam fortemente. Visitamos diversos lares para idosos com uma premissa em mente: queríamos uma casa em que minha avó tivesse, prioritariamente, qualidade de vida. Era o que ela merecia. Além disso, uma casa geriátrica adaptada para as limitações dos idosos para que ela estivesse segura.
Queríamos também que minha avó tivesse terapia ocupacional, e fisioterapia para manter sua saúde física, mental e social.Durante dois finais de semana visitamos quase 20 casas de repouso. Encontramos apenas uma que atendia às nossas expectativas.Com profissionais amáveis e treinados para cuidar de idosos minha avó fazia algumas atividades que lhe davam muito prazer, alegria e bom convívio social.
Atividades físicas e mentais para lhe garantir uma velhice confortável e prazeirosa. Ela tinha parceiras de conversa para lembrar histórias que lhe marcaram. Fazia exercícios para garantir a saúde física. Participava de jogos que exercitavam a mente e a memória.Eu visitava minha avó frequentemente. Duas ou 3 vezes por semana. Afeiçoei-me aos outros companheiros e companheiras dela e participava de diversas atividades. Eu sentia muita alegria ao constatar a alegria de viver que eles transmitiam.Minha avó viveu ali, feliz e alegre, por mais 5 anos. Faleceu aos 94 anos, dormindo.
Todos nós sentimo-nos muito realizados e felizes em termos proporcionado uma excelente qualidade de vida para a Vovó Rosa.Eu, pessoalmente, fiquei tão envolvida com o mundo do idoso que decidi inaugurar uma casa de repouso para proporcionar a outros tudo aquilo que minha avó desfrutou nos últimos anos de sua vida.
Juliana Teixeira da Silva
é Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
juliana@casaderepousovivabem.com.br
www.casaderepousovivabem.com.br
De repente, recebo um telefonema do resgate avisando que ela tinha sofrido uma queda na rua. Susto enorme. Corremos, acompanhamos o caso ( nada grave, felizmente) e minha avó foi para minha casa.
No dia seguinte, sozinha em casa, ela resolveu fazer um café. Ligou o gás, pegou o jornal foi ler na sala. Detalhe: ela não acendeu o fogão e o gás ficou exalando sem que ela percebesse. Até que minha mãe chegou.
Desnecessário relatar que este foi apenas o primeiro problema, de alto risco, produzido por minha avó. Outros se seguiram. Ela levantou à noite, sozinha, tropeçou no tapete da sala e caiu. Diariamente, nossa preocupação aumentava..Não estávamos preparados para isso. Não tínhamos um quarto a mais para ela. Precisaríamos contratar uma enfermeira. Ou melhor, três, para cobrirem 3 turnos de 8 horas cada. Mais a folguista para os finais de semana.
Ela passou a apresentar problemas de memória, irritabilidade ( nós também porque não estávamos preparados para cuidarmos de uma idosa que começava a ficar dependente), solidão, tristeza e às vezes agressividade. Meus pais e meu irmão trabalhavam o dia inteiro e eu fazia Faculdade. A diarista retirava-se às 17 horas.Então nos conscientizamos das peculiaridades, das carências e das limitações que minha avó estava enfrentando naquela nova fase de vida. E a nossa incompetência para atendermos a essa demanda.
Após várias alternativas de soluções para o problema chegamos à conclusão de que o melhor seria uma Casa de Repouso. Decisão difícil, muito difícil. A razão e a emoção se alternam fortemente. Visitamos diversos lares para idosos com uma premissa em mente: queríamos uma casa em que minha avó tivesse, prioritariamente, qualidade de vida. Era o que ela merecia. Além disso, uma casa geriátrica adaptada para as limitações dos idosos para que ela estivesse segura.
Queríamos também que minha avó tivesse terapia ocupacional, e fisioterapia para manter sua saúde física, mental e social.Durante dois finais de semana visitamos quase 20 casas de repouso. Encontramos apenas uma que atendia às nossas expectativas.Com profissionais amáveis e treinados para cuidar de idosos minha avó fazia algumas atividades que lhe davam muito prazer, alegria e bom convívio social.
Atividades físicas e mentais para lhe garantir uma velhice confortável e prazeirosa. Ela tinha parceiras de conversa para lembrar histórias que lhe marcaram. Fazia exercícios para garantir a saúde física. Participava de jogos que exercitavam a mente e a memória.Eu visitava minha avó frequentemente. Duas ou 3 vezes por semana. Afeiçoei-me aos outros companheiros e companheiras dela e participava de diversas atividades. Eu sentia muita alegria ao constatar a alegria de viver que eles transmitiam.Minha avó viveu ali, feliz e alegre, por mais 5 anos. Faleceu aos 94 anos, dormindo.
Todos nós sentimo-nos muito realizados e felizes em termos proporcionado uma excelente qualidade de vida para a Vovó Rosa.Eu, pessoalmente, fiquei tão envolvida com o mundo do idoso que decidi inaugurar uma casa de repouso para proporcionar a outros tudo aquilo que minha avó desfrutou nos últimos anos de sua vida.
Juliana Teixeira da Silva
é Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
juliana@casaderepousovivabem.com.br
www.casaderepousovivabem.com.br
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Como escolher uma Casa de Repouso
Como escolher uma Casa de Repouso
Juliana Teixeira da Silva (*)
Encontrar a Casa de Repouso ideal para um familiar idoso e querido sempre é uma situação preocupante e estressante para qualquer um. A maioria das pessoas nunca passou por uma situação similar antes. Medo, insegurança e preocupação fazem parte deste processo.
Para que a escolha seja bem feita muitos pontos tem que ser considerados porque determinarão o conforto, a felicidade, e a qualidade de vida do seu familiar querido.
Se houver condições o idoso deverá participar da escolha da casa de repouso. Ela (e) ficará muito mais feliz em comparação àquele que não é consultado e que poderá sentir-se abandonado. Obviamente, esta possibilidade não se aplicará para aqueles que já não possuem condições de opinar.
Entretanto, atualmente, existem muitos idosos lúcidos e com perfeito discernimento que optam por viverem em uma casa de repouso por segurança, praticidade, conforto, sociabilidade e outras razões.
Conheço uma senhora com 83 anos de idade, D. Adelaide, lúcida e independente, que optou por residir em uma casa de repouso porque não gostava da solidão de seu apartamento. Também se sentia insegura com a hipótese de sentir-se mal de um momento a outro. Além disso, não queria mais gerenciar o próprio apartamento: empregada, compras, supermercados, lavanderia, pagamento de contas, etc.
Mudou para uma casa de repouso onde tem todos os serviços à disposição. Instalou seu próprio telefone no quarto o que lhe dá independência. Assinou seu jornal e revistas preferidas. Sai com freqüência. Chama o rádio-taxi e vai ao shopping, cinema, teatro e restaurantes com as amigas.
A correta escolha da casa de repouso deve considerar as necessidades pessoais e emocionais da pessoa. Ela ou ele deve sentir-se seguro e feliz com o local em que irá viver bem como com as pessoas que irão cuidar. Claro que existe um pequeno período de adaptação ao novo ambiente em que irá viver.
A decisão sobre a Casa de Repouso em que você hospedará seu familiar deve ser bastante criteriosa e detalhada. Diversos itens compõe o conjunto de fatores que garantirão qualidade de vida, segurança e conforto.
Alguns itens a serem avaliados: Localização, Segurança, Acomodações, Áreas de Lazer, Cozinha, Quartos, Cuidados Médicos, Funcionários, Serviços, Visitas e Procedimentos em casos de Emergência
Cada um dos itens acima deve ser avaliado individualmente. Elaborei uma planilha para facilitar sua avaliação objetiva e racional de cada uma das Casas de Repouso que você irá visitar antes de decidir.
Preencha os itens da planilha. Compare as Casas de Repouso visitadas e tome sua decisão consciente.
Mas, lembre-se sempre de que para o seu familiar o mais importante será o conforto e a qualidade de vida. E, para você e sua família, a tranqüilidade de que o seu idoso querido está bem tratado por pessoas competentes e carinhosas.
(*) Juliana Teixeira da Silva
é Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
juliana@casaderepousovivabem.com.br
www.casaderepousovivabem.com.br
Juliana Teixeira da Silva (*)
Encontrar a Casa de Repouso ideal para um familiar idoso e querido sempre é uma situação preocupante e estressante para qualquer um. A maioria das pessoas nunca passou por uma situação similar antes. Medo, insegurança e preocupação fazem parte deste processo.
Para que a escolha seja bem feita muitos pontos tem que ser considerados porque determinarão o conforto, a felicidade, e a qualidade de vida do seu familiar querido.
Se houver condições o idoso deverá participar da escolha da casa de repouso. Ela (e) ficará muito mais feliz em comparação àquele que não é consultado e que poderá sentir-se abandonado. Obviamente, esta possibilidade não se aplicará para aqueles que já não possuem condições de opinar.
Entretanto, atualmente, existem muitos idosos lúcidos e com perfeito discernimento que optam por viverem em uma casa de repouso por segurança, praticidade, conforto, sociabilidade e outras razões.
Conheço uma senhora com 83 anos de idade, D. Adelaide, lúcida e independente, que optou por residir em uma casa de repouso porque não gostava da solidão de seu apartamento. Também se sentia insegura com a hipótese de sentir-se mal de um momento a outro. Além disso, não queria mais gerenciar o próprio apartamento: empregada, compras, supermercados, lavanderia, pagamento de contas, etc.
Mudou para uma casa de repouso onde tem todos os serviços à disposição. Instalou seu próprio telefone no quarto o que lhe dá independência. Assinou seu jornal e revistas preferidas. Sai com freqüência. Chama o rádio-taxi e vai ao shopping, cinema, teatro e restaurantes com as amigas.
A correta escolha da casa de repouso deve considerar as necessidades pessoais e emocionais da pessoa. Ela ou ele deve sentir-se seguro e feliz com o local em que irá viver bem como com as pessoas que irão cuidar. Claro que existe um pequeno período de adaptação ao novo ambiente em que irá viver.
A decisão sobre a Casa de Repouso em que você hospedará seu familiar deve ser bastante criteriosa e detalhada. Diversos itens compõe o conjunto de fatores que garantirão qualidade de vida, segurança e conforto.
Alguns itens a serem avaliados: Localização, Segurança, Acomodações, Áreas de Lazer, Cozinha, Quartos, Cuidados Médicos, Funcionários, Serviços, Visitas e Procedimentos em casos de Emergência
Cada um dos itens acima deve ser avaliado individualmente. Elaborei uma planilha para facilitar sua avaliação objetiva e racional de cada uma das Casas de Repouso que você irá visitar antes de decidir.
Preencha os itens da planilha. Compare as Casas de Repouso visitadas e tome sua decisão consciente.
Mas, lembre-se sempre de que para o seu familiar o mais importante será o conforto e a qualidade de vida. E, para você e sua família, a tranqüilidade de que o seu idoso querido está bem tratado por pessoas competentes e carinhosas.
(*) Juliana Teixeira da Silva
é Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
juliana@casaderepousovivabem.com.br
www.casaderepousovivabem.com.br
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Aqui o idoso nunca ficará velho !
Aqui o idoso nunca ficará velho.
Juliana Teixeira da Silva(*)
As minhas senhorinhas, como gosto de chamá-las, são pessoas para quem o tempo passou mas não chegaram à velhice em seu sentido negativo. São pessoas que construíram suas histórias e tem seus sonhos reconhecidos como legítimos.
Na minha convivência diária com elas comprovo que ainda têm muito o que nos ensinar. Elas sonham, aprendem, se exercitam e se renovam a cada dia.
Interagem com as companheiras, fazem fisioterapia para manter a forma, caminham, respiram ao ar livre. Adoram ficar papeando no jardim ou sob o carramanchão observando os beija-flores bicarem as romãs e as acerolas nas árvores.
Outro momento de integração e divertimento são as sessões diárias de Terapia Ocupacional. Esta atividade lhes dá a confiança de que ainda podem produzir muitas coisas úteis e bonitas com quem presenteiam seus parentes e amigos. Elas vêem o resultado de seus trabalhos sendo admirados quando fazemos nossas comemorações: todos os objetos de decoração são produzidos por elas nas aulas de Terapia Ocupacional.
Aqui todas têm uma vida ativa para quer curtam cada momento com alegria e prazer.
Na Casa de Repouso Viva Bem cada idoso guarda a esperança de nunca ficar velho.
(*) Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
Juliana Teixeira da Silva(*)
As minhas senhorinhas, como gosto de chamá-las, são pessoas para quem o tempo passou mas não chegaram à velhice em seu sentido negativo. São pessoas que construíram suas histórias e tem seus sonhos reconhecidos como legítimos.
Na minha convivência diária com elas comprovo que ainda têm muito o que nos ensinar. Elas sonham, aprendem, se exercitam e se renovam a cada dia.
Interagem com as companheiras, fazem fisioterapia para manter a forma, caminham, respiram ao ar livre. Adoram ficar papeando no jardim ou sob o carramanchão observando os beija-flores bicarem as romãs e as acerolas nas árvores.
Outro momento de integração e divertimento são as sessões diárias de Terapia Ocupacional. Esta atividade lhes dá a confiança de que ainda podem produzir muitas coisas úteis e bonitas com quem presenteiam seus parentes e amigos. Elas vêem o resultado de seus trabalhos sendo admirados quando fazemos nossas comemorações: todos os objetos de decoração são produzidos por elas nas aulas de Terapia Ocupacional.
Aqui todas têm uma vida ativa para quer curtam cada momento com alegria e prazer.
Na Casa de Repouso Viva Bem cada idoso guarda a esperança de nunca ficar velho.
(*) Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Como você cuida do seu idoso querido ?
Pense. Reflita. Analise. Avalie se é a forma que o satisfaz. Ou, se é assim que você quer ser tratada quando for idosa.
A fase de envelhecimento tem recebido uma atenção especial por parte das famílias. Frequentemente gera grande preocupação quando esta situação se instala no lar.
Por outro lado, no dia-a-dia, as pessoas não tem tempo disponível para dedicar-se integralmente ao idoso porque trabalham, os espaços residenciais são menores e não é fácil adaptar o local para evitar riscos. Além de tudo isso, falta conhecimento de geriatria para cuidar do idoso com segurança. Muitos outros problemas vão surgindo a cada dia.
Paralelamente a estes problemas queremos ver nosso idoso querido saudável, feliz e fisicamente bem. Enfim, queremos proporcionar uma boa qualidade de vida. Mas, o que é uma boa qualidade de vida para idosos ?
Qualidade de vida é uma permanente caminhada para atingir o melhor bem estar. Isto é obtido através do equilíbrio entre os funcionamentos físico, mental, emocional e social. Este equilíbrio propicia mais anos de vida com qualidade. Além disso é preciso combinar o aconchego do lar com qualidade e segurança.
O desafio para as famílias é conseguir realizar tudo o que proporciona uma boa qualidade de vida para idosos. Não basta apenas ter saúde física e mental. Necessário se faz: acompanhamento médico permanente, nutrição adequada, atividade física, hábitos saudáveis, atividades de lazer, ocupação e convívio social.
Vejamos rapidamente estes itens que melhoram a qualidade de vida do idoso:
• Alimentação: Os cuidados médicos para os idosos, , além de consistirem em medicina preventiva, identifica as necessidades de proteínas, carboidratos, vitaminas, águas e sais minerais. Estas necessidades, contempladas no cardápio especificado por nutricionista, fornecem a energia necessária para um organismo saudável.
• Atividade Física: O fato do idoso apresentar limitações para levantar ou andar não justifica a imobilidade pois, se assim permanecer, podem surgir feridas ou complicações com outros órgãos. Por isso, deve ser ajudado, sempre que possível, a caminhar. E nunca permanecer sentado por mais de duas ou três horas seguidas.
• Lazer: Muitos idosos apresentam sintomas de depressão. Isto decorre de poucas atividades de lazer e muita solidão. Portanto, as atividades de lazer e o convívio social são importantes itens para a manutenção de alegria e qualidade de vida.
• Segurança: O idoso entra em uma nova fase da vida em que se expõe a muitos riscos no ambiente doméstico. Para protegê-lo é necessário instalar barras de apoio no banheiro e em corredores, pisos anti-derrapantes; retirar os tapetes, mesinhas e enfeites em que possa tropeçar ou escorregar.
• Carinho e atenção: Conversar. Ouvir. Demonstrar afeto e amor.
Hoje, eu sinto-me realizada pessoal e profissionalmente porque consegui reunir todos os itens que garantem uma boa qualidade de vida para idosos na Casa de Repouso Viva Bem. Veja, na prática como tudo isto está concretizado: www.casaderepousovivabem.com.br
(*) Juliana Teixeira da Silva é
Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
juliana@casaderepousovivabem.com.br
A fase de envelhecimento tem recebido uma atenção especial por parte das famílias. Frequentemente gera grande preocupação quando esta situação se instala no lar.
Por outro lado, no dia-a-dia, as pessoas não tem tempo disponível para dedicar-se integralmente ao idoso porque trabalham, os espaços residenciais são menores e não é fácil adaptar o local para evitar riscos. Além de tudo isso, falta conhecimento de geriatria para cuidar do idoso com segurança. Muitos outros problemas vão surgindo a cada dia.
Paralelamente a estes problemas queremos ver nosso idoso querido saudável, feliz e fisicamente bem. Enfim, queremos proporcionar uma boa qualidade de vida. Mas, o que é uma boa qualidade de vida para idosos ?
Qualidade de vida é uma permanente caminhada para atingir o melhor bem estar. Isto é obtido através do equilíbrio entre os funcionamentos físico, mental, emocional e social. Este equilíbrio propicia mais anos de vida com qualidade. Além disso é preciso combinar o aconchego do lar com qualidade e segurança.
O desafio para as famílias é conseguir realizar tudo o que proporciona uma boa qualidade de vida para idosos. Não basta apenas ter saúde física e mental. Necessário se faz: acompanhamento médico permanente, nutrição adequada, atividade física, hábitos saudáveis, atividades de lazer, ocupação e convívio social.
Vejamos rapidamente estes itens que melhoram a qualidade de vida do idoso:
• Alimentação: Os cuidados médicos para os idosos, , além de consistirem em medicina preventiva, identifica as necessidades de proteínas, carboidratos, vitaminas, águas e sais minerais. Estas necessidades, contempladas no cardápio especificado por nutricionista, fornecem a energia necessária para um organismo saudável.
• Atividade Física: O fato do idoso apresentar limitações para levantar ou andar não justifica a imobilidade pois, se assim permanecer, podem surgir feridas ou complicações com outros órgãos. Por isso, deve ser ajudado, sempre que possível, a caminhar. E nunca permanecer sentado por mais de duas ou três horas seguidas.
• Lazer: Muitos idosos apresentam sintomas de depressão. Isto decorre de poucas atividades de lazer e muita solidão. Portanto, as atividades de lazer e o convívio social são importantes itens para a manutenção de alegria e qualidade de vida.
• Segurança: O idoso entra em uma nova fase da vida em que se expõe a muitos riscos no ambiente doméstico. Para protegê-lo é necessário instalar barras de apoio no banheiro e em corredores, pisos anti-derrapantes; retirar os tapetes, mesinhas e enfeites em que possa tropeçar ou escorregar.
• Carinho e atenção: Conversar. Ouvir. Demonstrar afeto e amor.
Hoje, eu sinto-me realizada pessoal e profissionalmente porque consegui reunir todos os itens que garantem uma boa qualidade de vida para idosos na Casa de Repouso Viva Bem. Veja, na prática como tudo isto está concretizado: www.casaderepousovivabem.com.br
(*) Juliana Teixeira da Silva é
Diretora da Casa de Repouso Viva Bem
juliana@casaderepousovivabem.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)